Escrever em coautoria no livro Legado Feminino foi uma experiência muito especial para mim, porque esse projeto se conectou profundamente com um trabalho que já faz parte da minha trajetória: o resgate da espiritualidade feminina, da ancestralidade e do autoconhecimento.
Antes mesmo do livro, eu já desenvolvia trabalhos voltados ao feminino, acolhendo mulheres através das terapias, das vivências espirituais e do tarô como ferramenta de conexão interior. Sempre acreditei na força da mulher quando ela entende sua própria essência e reconhece a sabedoria que carrega dentro de si.
Participar do Legado Feminino foi como transformar essa caminhada em palavras. Foi poder compartilhar experiências, aprendizados e reflexões sobre o quanto é importante honrar as mulheres que vieram antes de nós e compreender que nossa ancestralidade também vive em nossos sentimentos, na nossa intuição e na nossa forma de existir no mundo.
O tarô, dentro da minha trajetória, nunca foi apenas uma prática oracular. Para mim, ele é uma ferramenta de autoconhecimento, de direcionamento e de consciência. Cada carta revela caminhos internos, desperta reflexões e ajuda a enxergar padrões emocionais, bloqueios e potencialidades. Muitas vezes, através do tarô, uma mulher consegue acessar partes de si mesma que estavam esquecidas ou silenciadas.
Escrever sobre isso dentro do livro foi muito importante porque acredito que o autoconhecimento transforma. Quando uma mulher se reconecta com sua espiritualidade, com sua intuição e com sua ancestralidade, ela fortalece não apenas a si mesma, mas também tudo aquilo que ela representa e transmite para as próximas gerações.
Meu capítulo nasce justamente desse propósito: lembrar que existe força na sensibilidade, poder na intuição e cura quando uma mulher decide se reencontrar consigo mesma.
